quarta-feira, 20 de abril de 2011

GERENCIAMENTO DE CRISES EM ESTABELECIMENTOS EDUCACIONAIS

 

 
A segurança em geral e, mais especificamente ainda nos dias atuais, a segurança específica de estabelecimentos de ensino, passou a demandar mais do que o simples provimento de bens e serviços genéricos, classicamente representados por sistemas sensores/alarmes, trancas e vigilantes.
 
Tal questão é hoje de tamanha complexidade e sofisticação que presume, por exemplo, o concurso de expertise em inteligência e contra-inteligência organizacionais, aí incluindo as respectivas doutrinas/normas e tecnologias de suporte.
 
Os ambientes educacionais, hoje alvos freqüentes de diferentes ameaças e delitos (narcotráfico, lesões corporais, estupros e até mesmo homicídios), precisam estar protegidos preventivamente com medidas tais como:
 
(i) planos de contingência;
(ii) planos de emergência/crise;
(iii) treinamento para contingências e situações de emergência, tudo isso demandando;
(iv) consultoria especializada como da Truesafety* (http://www.truesafety.com.br).
 
Organizações educacionais com múltiplas filiais e cada uma dessas mesmas filiais necessitam desenvolver seus planos de emergência/crise locais, sem esquecer diretivas gerais para tais situações.
Antigas fórmulas genéricas já não cabem mais em tempos como abril de 2011, quando um episódio de massacre de alunos de uma pequena escola, direcionado contra crianças e adolescentes abala e comove o Brasil e a comunidade internacional.
 
A inação ou apenas a adoção de antigas soluções genéricas não podem prevalecer em um tempo em que até mesmo pequenos detalhes arquitetônicos de cada estabelecimento de ensino fazem de cada um deles algo peculiar e único para poder ser tratado genericamente em termos de segurança.
Muitas das facetas da segurança de um estabelecimento de ensino requerem mais, em termos de expertise de “endurecimento de alvos", do que apenas recursos materiais e/ou financeiros propriamente ditos. A preparação para segurança (desde uma grande universidade, até uma pequena escola ou creche) inclui itens tão diversos como:

1. Treinamento de docentes e membros do corpo administrativo em aspectos básicos de segurança e questões relativas ao planejamento para crises/contingências;
2. Avaliação e aperfeiçoamento do planejamento de segurança e dos planos pré-existentes de gerenciamento de crises/contingências;
3. Realização de exercícios/simulações, de conformidade com os planos de crises/contingências;
4. Treinamento de docentes e membros do corpo administrativo no monitoramento de sinais precoces de violência e crime;
5. Estabelecimento de equipes internas para eventual gerenciamento de situações de crise, bem como respectivas diretivas, tanto para emergências antropogênicas (acidentes em geral) quanto naturais (deslizamentos, desmoronamentos, etc.);
6. Avaliação e aperfeiçoamento dos sistemas institucionais de comunicação;
7. Criação e teste dos sistemas de evacuação e trancamento dos acessos das instalações físicas, incluindo exercícios de simulação;
8. Estabelecimento de mecanismos de coordenação entre o planejamento de emergência e os elementos locais da policia, bombeiros e demais autoridades.
 
Todos os itens acima, juntamente com outras estratégias, sozinhos e/ou combinados, podem reduzir os riscos e favorecer a prevenção de uma crise em um estabelecimento de ensino e, no pior cenário possível, preparar a organização e respectiva comunidade para eficientemente gerenciar situações de emergência que não possam ser prevenidas e evitadas.
 
*A Truesafety é uma empresa constituída pela INFOSEC LTDA. e pela CODOR LTDA.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

"LAW & ORDER"


"Law & Order" é o título de um seriado exibido por um canal de televisão pago. Nele são retratadas situações fictícias nas quais crimes bem engendrados são investigados pelas autoridades policiais, que os deslindam após minuciosos e sofisticados processos de investigação e fornecem as evidências necessárias ao oferecimento da denúncia pelo escritório da promotoria.
Segue-se o julgamento e o conseqüente veredito do júri, invariavelmente condenando o réu em face das provas robustas acostadas aos autos e resultantes da investigação policial.

Situações paralelas se desenrolam na esfera privada envolvendo inúmeras causas levadas a escritórios de advocacia que atuam em diversas áreas do Direito.

As ações antes de serem submetidas ao Poder Público, devem ser instruídas por fartos, esclarecedores e irrefutáveis elementos probatórios.

O artigo de Leonardo Antunes "Comentários sobre a matéria de provas (Arts. 332 a 443 do CPC) publicado no endereço http://jusvi.com/artigos/38291 esclarece:

O artigo 332 do CPC descreve que todos os meios legais, moralmente legítimos, mesmo que não previsto no Código de Processo Civil são hábeis para provar a verdade dos fatos.

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O autor ao ajuizar a ação, deve alegar os fatos na petição inicial e reforçar com todos os meios de provas que entender necessário. Por outro lado, na oportunidade, o réu, ao receber o mandado de citação, ao contestar os fatos narrados na petição inicial, também deverá produzir todos os meios de provas que entender necessário para combater o alegado na petição inicial pelo autor.

Encerrada a fase de apresentação da defesa do réu, com a contestação, o juiz proferirá o despacho saneador que encerrará a fase postulatória e dará início a probatória. A partir daí, as partes terão uma nova chance de apresentar mais provas.

O juiz, para proferir uma sentença que declare ou não a existência de um direito, deve analisar, não só os fatos narrados, mas sobretudo as provas que corroboram com o alegado. Dessa forma, não basta somente às partes alegarem os fatos. Tudo deve ser provado e por isso há dois sentidos para conceituarmos as provas no processo: um objetivo – instrumento ou meio hábil para demonstrar a existência de um fato (documentos, testemunhas, perícia etc...), outro é o subjetivo – que é a certeza originada quanto ao fato em virtude da produção do instrumento probatório, ou seja, a prova aparece como convicção formada no espírito do julgador em torno do fato demonstrado.

O processo moderno procura solucionar os litígios à luz da verdade real. É na prova dos autos o processo que o juiz busca localizar essa verdade.
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A estrutura da maioria dos escritórios de advocacia é desprovida da capacidade de empreender diligências externas que atendam às demandas dos processos por elementos probatórios obtidos por meios legais, moralmente legítimos, mesmo que não previstos no Código de Processo Civil e hábeis para provar a verdade dos fatos. Uma alternativa para suprir esta lacuna é o estabelecimento de parcerias com empresas idôneas e especializadas às quais seriam cometidas tarefas específicas que viessem ao encontro da busca da verdade dos fatos.

A Infosec®, Consultoria em Contra-inteligência Empresarial, hoje parceira da Codor - Consultoria em Defesa Organizacional é uma empresa genuinamente brasileira, com atuação nacional, constituída e sediada no Distrito Federal há dez anos.

Tem prestado, dentre outros, vários serviços confidenciais voltados à apuração de ilícitos cometidos contra empresas localizadas no Distrito Federal e nos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Maranhão e Rondônia, que promoveram a prisão de mais de 450(quatrocentas e cinquenta) pessoas supeitas de participação em diversos crimes.

Uma delas, de grande repercussão na mídia nacional, resultou em uma Operação realizada pelo Centro de Operações Policiais Especiais (COPE) do Estado do Paraná que resultou na prisão de 60(sessenta) pessoas suspeitas de participarem de uma fraude milionária cometida contra uma empresa de grande porte, de âmbiro nacional.

Para o armazenamento e processamento dos informes colhidos durante as investigações, a Infosec® e a Codor utilizam softwares de última geração para análise de vínculos e investigação criminal (suite de produtos da I2, como o Analyst Notebook, o I Base, o Chart Reader etc), também utilizados por diversas Polícias Civis do Brasil, pela Controladoria Geral da União, Agência Nacional do Petróleo, Ministério Público Federal, Procuradoria Geral da República e também por organizações estrangeiras como o Federal Bureau of Investigation–FBI, a DEA–Drug Enforcement Agency/USA e outras do mesmo porte.
Fica a ideia. Contatos com as empresas citadas podem ser feitos por meio dos e-mails infosec@infosecltda.com.br e codorltda@codor.com.br

domingo, 16 de agosto de 2009

Governo é vítima de terrorismo virtual

Vasconcelo Quadros, Jornal do Brasil

BRASÍLIA - Sob constante ataque de criminosos, as cerca de 320 redes de computadores do governo federal – entre elas sistemas do porte do Banco do Brasil e o Serviço de Processamento (Serpro), que cuida do coração da economia e do mercado financeiro – geraram uma nova demanda para os órgãos segurança e de inteligência. Um inquérito que corre em segredo na Polícia Federal, em Brasília, investiga a atuação de uma quadrilha internacional que penetrou no servidor de uma estatal, destruiu os controles, trocou a senha e, depois de paralisar todas as atividades da empresa, exigiu um resgate de US$ 350 mil.

A ocorrência veio à tona durante depoimento do diretor de Segurança da Informação e Comunicação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, Raphael Mandarino Júnior, num debate sobre terrorismo, na Comissão de Segurança da Câmara. Versão moderna do delito de “extorsão mediante sequestro”, a invasão foi praticada, segundo ele, por uma quadrilha estabelecida em um país do Leste Europeu que exigia um depósito no valor do pedido de resgate para devolver a senha modificada. Por se tratar de inquérito sob sigilo, a Polícia Federal não fala sobre o assunto, mas confirma que as investigações estão em andamento.

Orientado pelos órgãos de inteligência, apesar dos prejuízos causados à estatal – ligada ao mercado financeiro – o órgão não pagou o resgate, mas a audácia exigiu uma operação de emergência para escapar da armadilha.

– Com a ajuda da Cepesc (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento para Segurança das Comunicações), da Abin e de alguns especialistas, conseguimos quebrar a senha colocada e recuperamos o servidor – explicou Mandarino Júnior.

Embora a Abin tenha desenvolvido um dos centros de proteção contra crimes cibernéticos mais modernos do mundo, a ocorrência revelou o quanto é vulnerável a rede oficial de computadores.

Os registros da própria Abin mostram que no ano passado apenas uma das grandes redes do governo – do porte do Banco Central – sofreu 3,8 milhões ataques, o que representa, na média, 2 mil tentativas de invasão por hora. Multiplicado por 320 sistemas em 37 ministérios, as ações contra a rede do governo obrigam os órgãos de inteligência a aperfeiçoar permanentemente a vigilância e controle. As estatísticas apontam que 70% dos ataques se dirigem ao sistema bancário, mas o que mais preocupa são as tentativas de invasão contra os sistemas de segurança do próprio governo: 10% das ocorrências são contra o Infoseg, a rede de computadores que a Polícia Federal e os demais órgãos de repressão utilizam para combater o próprio crime. Os demais registros apontam que 15% são invasões em busca de informações pessoais e 5% invasões de outra natureza.

– São robôs que ficam o tempo todo, de forma aleatória, checando a vulnerabilidade do sistema. É como o ladrão que quer roubar o toca-fita de um carro e, não querendo arrombar a porta, percorre um estacionamento inteiro checando a maçaneta – explica o delegado Carlos Sobral, da Polícia Federal.

Segundo ele, mais preocupante são os hackers que invadem sistemas e se utilizam de outros computadores para praticar crimes ou direcionam o ataque em busca de informações confidenciais.

Com 68 milhões de usuários de computador, o Brasil atualmente abriga mais de 2% das redes zumbis (onde estão computadores de terceiros), usadas para dificultar as investigações.

O crescimento do crime no Brasil – foram 700 prisões nos últimos quatro anos – levou a Polícia Federal a criar a Coordenação de Repressão a Crimes Cibernéticos, que instalará, até janeiro do ano que vem, unidades em todos os estados do país. Cerca de 200 policiais estão sendo treinados para atuar no setor.

Num aparente paradoxo, a alta incidência de ataques significa também que o Brasil está entre os mais avançados em tecnologia da informação. Os sistemas desenvolvolvidos na Abin renderam ao Brasil um espaço junto à Organização dos Estados Americanos (OEA) para gerenciar programas de segurança e dar respostas às ações de terrorismo cibernético.

Mandarino Júnior diz que nos últimos quatro anos a Abin treinou e instalou centros de resposta aos ataques em 25 países da América Latina, alguns deles vizinhos. O Brasil não é alvo de ações terroristas, mas na era da globalização virtual e, portanto, sem fronteiras não está totalmente imune.

– Alguns de nossos servidores já abrigaram sites de captação e troca de informações sobre terrorismo – diz o diretor da Abin.

20:00 - 15/08/2009

segunda-feira, 13 de julho de 2009

ATAQUES CIBERNÉTICOS ÀS INFRAESTRUTURAS CRÍTICAS - I

Ao longo do tempo os países foram se tornando altamente dependentes das suas infraestruturas de informação e elas agora representam uma extensão da soberania nacional e qualquer ataque aos sistemas nacionais de informação pode ser percebido como um ataque ao próprio país.

A identificação da origem de um ataque informatizado pode ser difícil, às vezes impossível, o que pode contribuir para não se encontrar uma resposta apropriada a eles.

O estado embrionário da legislação internacional pertinente aos crimes cibernéticos torna praticamente impossível aos tribunais do mundo atuarem para punir os responsáveis pelo cometimento dos mais diversos crimes por meio da Internet.

Por volta de 2005 os Estados Unidos destinavam US$8 bilhões, por ano, à proteção dos seus sistemas de informações militares (Computer Forensics - John Vacca).

Aproximadamente oito infraestruturas críticas nacionais são consideradas tão vitais que a sua incapacitação ou destruição teriam um efeito debilitador sobre a defesa nacional e a segurança econômica dos países. São elas:

1 Sistemas de geração e distribuição de energia elétrica;
2 Sistemas de transporte e armazenagem de gás e demais combustíveis;
3 Sistemas de telecomunicações;
4 Sistema financeiro;
5 Transporte;
6 Sistemas de fornecimento de água;
7 Serviços de emergência (médicos, polícia, bombeiros e defesa civil) e
8 Coninuidade dos serviços dos governos (federais, estaduais e municipais).

No dia nove de julho de 2009, quinta-feira passada, uma série de ataques cibernéticos foram realizados contra sites da Coreia do Sul e dos Estados Unidos que impediram o acesso e reduziram a velocidade de navegação, segundo reportagem publicada em um jornal sul-coreano e pela imprensa mundial.

Num ataque relacionado ao que atingiu a Coreia do Sul, 14 grandes sites nos Estados Unidos - entre eles o da Casa Branca, do Departamento de Estado e da Bolsa de Valores - sofreram investidas parecidas nos últimos dias, de acordo com policiais de Seul especializados no combate ao ciberterrorismo.

O assunto é grave, atual e muito extenso.

O blog voltará a abordá-lo focando as possíveis ameaças que podem atingir os sistemas financeiros, como podem ser detectadas e quais as medidas de defesa mais adequadas.






segunda-feira, 6 de julho de 2009

Infosec e Codor estabelecem parceria estratégica.

A Infosec - Consultoria e Contrainteligência Empresarial Ltda. e a Codor - Consultoria em Defesa Organizacional Ltda. estabeleceram uma parceria técnico operacional que agregará as experiências profissionais dos seus dois fundadores e principais executivos: o engenheiro de comunicações Acyr Pitanga Seixas Filho e o Delegado de Polícia Civil do Distrito Federal, no período de 1981 até 2009, Dr. Celso Moreira Ferro Junior.

As duas empresas, sediadas em Brasília e atuando em todo o Brasil, passam a oferecer um ampliado e diversificado portifólio de serviços altamente especializados na área de segurança corporativa, inteligência e contrainteligência empresarial, tais como:

  • Diligências especiais para apuração de ilícitos cometidos contra o patrimônio de empresas, instituições financeiras, seguradoras etc., como fraudes, furtos e vazamento de informações, dentre outros;
  • Avaliação de vulnerabilidades e análises de risco da segurança física de estabelecimentos;
  • Elaboração de planejamento de segurança física e lógica;
  • Computer forensics;
  • Estruturação, implantação e treinamento de unidades de inteligência empresariais.
  • Palestras sobre segurança estratégica e inteligência nas empresas.

Um notável diferencial das parceiras é o emprego pela Infosec-Codor de toda a suite de softwares de análise investigativa da I2, comercializados no Brasil pela Tempo Real e também utilizados pelas Polícias Civis do Distrito Federal e de São Paulo, Procuradoria Geral da República, Ministério Público Federal, e Receita Federal, dentre importantes organizações federais, estaduais e privadas.

O résumé dos dois principais executivos da Infosec-Codor reflete bem as competências e a larga experiência profissional que agora se complementam para oferecer às grandes empresas respostas às suas necesidades em inteligência e segurança corporativas.

Do Fundador e Diretor Presidente da Infosec® Consultoria Contrainteligência Empresarial Ltda.;

Diretor Geral do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento para a Segurança das Comunicações, da Secretaria de Assuntos Estratégicos, órgão essencial da Presidência da República (CEPESC); atualmente na estrutura da Agência Brasileira de Inteligência – ABIN. Dirigiu todas as atividades técnicas e administrativas do CEPESC, que pesquisa e desenvolve produtos criptográficos para garantir a segurança dos sistemas de informação governamentais.

Representou o Brasil no "OECD Emerging Market Economy Forum: Workshop on Cryptography Policy" realizado na Australia.

Diretor de Administração da Telecomunicações Brasileiras S/A - TELEBRÁS

Diretor do Centro de Tecnologia e Treinamento da União Internacional de Telecomunicações (UIT) na TELEBRÁS.

Diretor de Planejamento e Engenharia da Telecomunicações Brasileiras S/A - TELEBRÁS.

Conselheiro do CREA - Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura de Brasília.

Engenheiro do Quadro Permanente do Departamento de Polícia Federal;
Diretor da Divisão de Telecomunicações do Departamento de Policia Federal;
Diretor do Centro Técnico de Telecomunicações do Departamento de Policia Federal; e
Representante do Brasil na Conferencia de Telecomunicações da Interpol - Paris.

Engenheiro de Telecomunicações formado no Instituto Militar de Engenharia - 1966;

Pós graduado em Física do Estado Sólido do Instituto de Física da Universidade do Rio de Janeiro.

Oficial do Exército Brasileiro, da Arma de Comunicações, Turma de 1960.

Do fundador e Diretor Presidente da Codor - Consultoria em Defesa Organizacional Ltda.:

Consultor em Inteligência Estratégica e Defesa Organizacional. Delegado de Polícia Civil do Distrito Federal no período de 1981 até 2009.

Mestre em Gestão do Conhecimento e Tecnologia da Informação na Universidade Católica de Brasília. Graduado em Direito pelo Centro Universitário do Distrito Federal em 1987. Pós-graduado em Polícia Judiciária, Gestão de Tecnologia da Informação, Inteligência Estratégica e Gestão da Informação Policial.

Concentração de estudos em Gestão do Conhecimento, Inteligência Policial, Inteligência Tecnológica, Interceptação Telefônica, Interceptação Ambiental, Cognição Investigativa, Análise de Vínculos e Inteligência Organizacional. Autor dos Livros “A Inteligência e a Gestão da Informação Policial”, Editora Fortium, e, “Segurança Pública Inteligente” Editora Kelps.

Conferencista em vários Seminários e Eventos Nacionais e Internacionais sobre Segurança Pública. Palestrante e docente em diversos cursos de formação de agentes de segurança pública e em diversas Instituições de Ensino Superior (IES), mais recentemente do Núcleo de Estudos em Defesa, Segurança e Ordem Pública (NEDOP) do Centro Universitário do Distrito Federal (UniDF). Diretor Científico do Instituto Brasileiro de Inteligência Criminal INTECRIM.

Coordenou e implementou na Polícia Civil Distrito Federal importantes projetos na área de tecnologia e inteligência. Comandou as ações Repressão ao Crime Organizado, Inteligência Policial, Operações Especiais, Repressão a Sequestros, Crimes Contra a Administração Pública, Crimes Tecnológicos, Análise Criminal, Planejamento e Logistica Operacional, Comunicação Organizacional, Controle de Armamento, Munições e Explosivos, Operações Aéreas e Delegacia Eletrônica.