O Terrorismo Transnacional Contemporâneo em Três Tempos
Artigos, reflexões e experiências do autor sobre as atividades de inteligência e contrainteligência voltadas a empresas.
sábado, 8 de março de 2014
O Terrorismo Transnacional Contemporâneo em Três Tempos
A Al-Qaeda após a eliminação de Ozama bin Laden
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sábado, 25 de janeiro de 2014
Ameaças terroristas
Ocorrência de ataques terroristas durante a realização dos grandes eventos internacionais que o Brasil sediará. - Uma possibilidade real?
Em: 10/12 /2012 e revisada em 25/01/2014
Introdução
Diferenças
Básicas entre os Terrorismos Clássico e Contemporâneo Clássico Contemporâneo
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Local
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Global
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Secular
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Radical
Religioso
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Nacional -
Autodeterminação
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Imperialista –
Califado Islâmico
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Marxista -
Leninista
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Islâmico/Teológico
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Organizações
Terroristas Fixas
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Organizações
Terroristas Móveis
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Estrutura Hierarquizada
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Estrutura em
Rede
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Evento
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Período
de Realização
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Jornada Mundial da Juventude
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23 a 28 de julho de 2013
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Copa das Confederações
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2013
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Copa do Mundo
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2014
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Olimpíadas
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2016
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“Outros eventos designados pelo Presidente da República”
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Cabe assinalar que o Decreto não incluiu a Rio +20 que ocorreu no período de 20 a 22 de junho de 2012.
Caso algum atentado terrorista venha a ser perpetrado, os Governos Federal, Estaduais e Municipais estariam capacitados e estruturados para administrar as consequências, ou seja, o estado de crise que certamente sobreviria dos ataques, independente da sua natureza?
[2]GenBda R/1 ÁLVARO de Souza PINHEIRO em “O TERRORISMO, O CONTRATERRORISMO E AS INFRAESTRUTURASCRÍTICAS NACIONAIS”. O Gen Alvaro é Analista Militar especialista em Operações Especiais, Guerra Irregular e Contraterrorismo. Consultor do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEX). Associate Fellow (Analista não residente) e membro do Editorial Board da Joint Special Operations University (JSOU)/ United States Special Operations Command (USSOCOM), Tampa/Florida. Conferencista convidado e colaborador de inúmeras instituições militares e civis dentro e fora do território nacional, destacando-se a AMAN, EsAO, ECEME, ESG, EsIMEx, CECOPAB, BdaOpEsp, BdaInfPqdt, Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro, e o Instituto Nacional de Altos Estudos/FORUM NACIONAL. Professor do Curso Pós-Graduação Lato Sensu “O Direito e a Inteligência no Combate ao Crime Organizado e ao Terrorismo”, da Universidade Católica de Brasília. Consultor Técnico da revista Tecnologia&Defesa. Membro honorário da Associação de Comandos de Portugal, assíduo colaborador da revista MAMA SUME daquela Associação.
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O Terrorismo Transnacional Contemporâneo em Três Tempos
quarta-feira, 20 de abril de 2011
GERENCIAMENTO DE CRISES EM ESTABELECIMENTOS EDUCACIONAIS
1. Treinamento de docentes e membros do corpo administrativo em aspectos básicos de segurança e questões relativas ao planejamento para crises/contingências;
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
"Law & Order" é o título de um seriado exibido por um canal de televisão pago. Nele são retratadas situações fictícias nas quais crimes bem engendrados são investigados pelas autoridades policiais, que os deslindam após minuciosos e sofisticados processos de investigação e fornecem as evidências necessárias ao oferecimento da denúncia pelo escritório da promotoria.
Situações paralelas se desenrolam na esfera privada envolvendo inúmeras causas levadas a escritórios de advocacia que atuam em diversas áreas do Direito.
As ações antes de serem submetidas ao Poder Público, devem ser instruídas por fartos, esclarecedores e irrefutáveis elementos probatórios.
O artigo de Leonardo Antunes "Comentários sobre a matéria de provas (Arts. 332 a 443 do CPC) publicado no endereço http://jusvi.com/artigos/38291 esclarece:
O artigo 332 do CPC descreve que todos os meios legais, moralmente legítimos, mesmo que não previsto no Código de Processo Civil são hábeis para provar a verdade dos fatos.
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O autor ao ajuizar a ação, deve alegar os fatos na petição inicial e reforçar com todos os meios de provas que entender necessário. Por outro lado, na oportunidade, o réu, ao receber o mandado de citação, ao contestar os fatos narrados na petição inicial, também deverá produzir todos os meios de provas que entender necessário para combater o alegado na petição inicial pelo autor.
Encerrada a fase de apresentação da defesa do réu, com a contestação, o juiz proferirá o despacho saneador que encerrará a fase postulatória e dará início a probatória. A partir daí, as partes terão uma nova chance de apresentar mais provas.
O juiz, para proferir uma sentença que declare ou não a existência de um direito, deve analisar, não só os fatos narrados, mas sobretudo as provas que corroboram com o alegado. Dessa forma, não basta somente às partes alegarem os fatos. Tudo deve ser provado e por isso há dois sentidos para conceituarmos as provas no processo: um objetivo – instrumento ou meio hábil para demonstrar a existência de um fato (documentos, testemunhas, perícia etc...), outro é o subjetivo – que é a certeza originada quanto ao fato em virtude da produção do instrumento probatório, ou seja, a prova aparece como convicção formada no espírito do julgador em torno do fato demonstrado.
O processo moderno procura solucionar os litígios à luz da verdade real. É na prova dos autos o processo que o juiz busca localizar essa verdade.
A estrutura da maioria dos escritórios de advocacia é desprovida da capacidade de empreender diligências externas que atendam às demandas dos processos por elementos probatórios obtidos por meios legais, moralmente legítimos, mesmo que não previstos no Código de Processo Civil e hábeis para provar a verdade dos fatos. Uma alternativa para suprir esta lacuna é o estabelecimento de parcerias com empresas idôneas e especializadas às quais seriam cometidas tarefas específicas que viessem ao encontro da busca da verdade dos fatos.
A Infosec®, Consultoria em Contra-inteligência Empresarial, hoje parceira da Codor - Consultoria em Defesa Organizacional é uma empresa genuinamente brasileira, com atuação nacional, constituída e sediada no Distrito Federal há dez anos.
Tem prestado, dentre outros, vários serviços confidenciais voltados à apuração de ilícitos cometidos contra empresas localizadas no Distrito Federal e nos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Maranhão e Rondônia, que promoveram a prisão de mais de 450(quatrocentas e cinquenta) pessoas supeitas de participação em diversos crimes.
Uma delas, de grande repercussão na mídia nacional, resultou em uma Operação realizada pelo Centro de Operações Policiais Especiais (COPE) do Estado do Paraná que resultou na prisão de 60(sessenta) pessoas suspeitas de participarem de uma fraude milionária cometida contra uma empresa de grande porte, de âmbiro nacional.
Para o armazenamento e processamento dos informes colhidos durante as investigações, a Infosec® e a Codor utilizam softwares de última geração para análise de vínculos e investigação criminal (suite de produtos da I2, como o Analyst Notebook, o I Base, o Chart Reader etc), também utilizados por diversas Polícias Civis do Brasil, pela Controladoria Geral da União, Agência Nacional do Petróleo, Ministério Público Federal, Procuradoria Geral da República e também por organizações estrangeiras como o Federal Bureau of Investigation–FBI, a DEA–Drug Enforcement Agency/USA e outras do mesmo porte.
domingo, 16 de agosto de 2009
Governo é vítima de terrorismo virtual
Vasconcelo Quadros, Jornal do Brasil
BRASÍLIA - Sob constante ataque de criminosos, as cerca de 320 redes de computadores do governo federal – entre elas sistemas do porte do Banco do Brasil e o Serviço de Processamento (Serpro), que cuida do coração da economia e do mercado financeiro – geraram uma nova demanda para os órgãos segurança e de inteligência. Um inquérito que corre em segredo na Polícia Federal, em Brasília, investiga a atuação de uma quadrilha internacional que penetrou no servidor de uma estatal, destruiu os controles, trocou a senha e, depois de paralisar todas as atividades da empresa, exigiu um resgate de US$ 350 mil.
A ocorrência veio à tona durante depoimento do diretor de Segurança da Informação e Comunicação do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, Raphael Mandarino Júnior, num debate sobre terrorismo, na Comissão de Segurança da Câmara. Versão moderna do delito de “extorsão mediante sequestro”, a invasão foi praticada, segundo ele, por uma quadrilha estabelecida em um país do Leste Europeu que exigia um depósito no valor do pedido de resgate para devolver a senha modificada. Por se tratar de inquérito sob sigilo, a Polícia Federal não fala sobre o assunto, mas confirma que as investigações estão em andamento.
Orientado pelos órgãos de inteligência, apesar dos prejuízos causados à estatal – ligada ao mercado financeiro – o órgão não pagou o resgate, mas a audácia exigiu uma operação de emergência para escapar da armadilha.
– Com a ajuda da Cepesc (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento para Segurança das Comunicações), da Abin e de alguns especialistas, conseguimos quebrar a senha colocada e recuperamos o servidor – explicou Mandarino Júnior.
Embora a Abin tenha desenvolvido um dos centros de proteção contra crimes cibernéticos mais modernos do mundo, a ocorrência revelou o quanto é vulnerável a rede oficial de computadores.
Os registros da própria Abin mostram que no ano passado apenas uma das grandes redes do governo – do porte do Banco Central – sofreu 3,8 milhões ataques, o que representa, na média, 2 mil tentativas de invasão por hora. Multiplicado por 320 sistemas em 37 ministérios, as ações contra a rede do governo obrigam os órgãos de inteligência a aperfeiçoar permanentemente a vigilância e controle. As estatísticas apontam que 70% dos ataques se dirigem ao sistema bancário, mas o que mais preocupa são as tentativas de invasão contra os sistemas de segurança do próprio governo: 10% das ocorrências são contra o Infoseg, a rede de computadores que a Polícia Federal e os demais órgãos de repressão utilizam para combater o próprio crime. Os demais registros apontam que 15% são invasões em busca de informações pessoais e 5% invasões de outra natureza.
– São robôs que ficam o tempo todo, de forma aleatória, checando a vulnerabilidade do sistema. É como o ladrão que quer roubar o toca-fita de um carro e, não querendo arrombar a porta, percorre um estacionamento inteiro checando a maçaneta – explica o delegado Carlos Sobral, da Polícia Federal.
Segundo ele, mais preocupante são os hackers que invadem sistemas e se utilizam de outros computadores para praticar crimes ou direcionam o ataque em busca de informações confidenciais.
Com 68 milhões de usuários de computador, o Brasil atualmente abriga mais de 2% das redes zumbis (onde estão computadores de terceiros), usadas para dificultar as investigações.
O crescimento do crime no Brasil – foram 700 prisões nos últimos quatro anos – levou a Polícia Federal a criar a Coordenação de Repressão a Crimes Cibernéticos, que instalará, até janeiro do ano que vem, unidades em todos os estados do país. Cerca de 200 policiais estão sendo treinados para atuar no setor.
Num aparente paradoxo, a alta incidência de ataques significa também que o Brasil está entre os mais avançados em tecnologia da informação. Os sistemas desenvolvolvidos na Abin renderam ao Brasil um espaço junto à Organização dos Estados Americanos (OEA) para gerenciar programas de segurança e dar respostas às ações de terrorismo cibernético.
Mandarino Júnior diz que nos últimos quatro anos a Abin treinou e instalou centros de resposta aos ataques em 25 países da América Latina, alguns deles vizinhos. O Brasil não é alvo de ações terroristas, mas na era da globalização virtual e, portanto, sem fronteiras não está totalmente imune.
– Alguns de nossos servidores já abrigaram sites de captação e troca de informações sobre terrorismo – diz o diretor da Abin.
20:00 - 15/08/2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
ATAQUES CIBERNÉTICOS ÀS INFRAESTRUTURAS CRÍTICAS - IAo longo do tempo os países foram se tornando altamente dependentes das suas infraestruturas de informação e elas agora representam uma extensão da soberania nacional e qualquer ataque aos sistemas nacionais de informação pode ser percebido como um ataque ao próprio país.A identificação da origem de um ataque informatizado pode ser difícil, às vezes impossível, o que pode contribuir para não se encontrar uma resposta apropriada a eles.O estado embrionário da legislação internacional pertinente aos crimes cibernéticos torna praticamente impossível aos tribunais do mundo atuarem para punir os responsáveis pelo cometimento dos mais diversos crimes por meio da Internet.Por volta de 2005 os Estados Unidos destinavam US$8 bilhões, por ano, à proteção dos seus sistemas de informações militares (Computer Forensics - John Vacca).Aproximadamente oito infraestruturas críticas nacionais são consideradas tão vitais que a sua incapacitação ou destruição teriam um efeito debilitador sobre a defesa nacional e a segurança econômica dos países. São elas:1 Sistemas de geração e distribuição de energia elétrica;2 Sistemas de transporte e armazenagem de gás e demais combustíveis;3 Sistemas de telecomunicações;4 Sistema financeiro;5 Transporte;6 Sistemas de fornecimento de água;7 Serviços de emergência (médicos, polícia, bombeiros e defesa civil) e8 Coninuidade dos serviços dos governos (federais, estaduais e municipais).No dia nove de julho de 2009, quinta-feira passada, uma série de ataques cibernéticos foram realizados contra sites da Coreia do Sul e dos Estados Unidos que impediram o acesso e reduziram a velocidade de navegação, segundo reportagem publicada em um jornal sul-coreano e pela imprensa mundial.Num ataque relacionado ao que atingiu a Coreia do Sul, 14 grandes sites nos Estados Unidos - entre eles o da Casa Branca, do Departamento de Estado e da Bolsa de Valores - sofreram investidas parecidas nos últimos dias, de acordo com policiais de Seul especializados no combate ao ciberterrorismo.
O assunto é grave, atual e muito extenso.
O blog voltará a abordá-lo focando as possíveis ameaças que podem atingir os sistemas financeiros, como podem ser detectadas e quais as medidas de defesa mais adequadas.








